quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

FANTASIA


 

Suspiro ...
Ha muito tempo não escrevo. Mas a tristeza que me invadiu nesta véspera deste Natal, me fez querer desabafar.
Mas não o fiz! Sufoquei minha dor e fingindo que estava bem, segui com minha rotina.
Para não bastar, problemas de terceiros eu abracei. Será que jamais vou aprender, que se quer dos meus próprios dou  conta?
Mas tudo passa...
Estando eu internamente em pranto, você chegou e me fez sorrir. Assim, sem esperar, do nada você surgiu.
E foi você que me fez escrever. 
Desabafar o que escondo até de mim mesma. 
Como eu gostaria de ouvir está música e acreditar que a letra seria suas palavras cantadas a mim.
Mas infelizmente não posso e nem deve acreditar em uma possibilidade de acreditar em possível sonho.
Um sonho que me leva a pecar.
Por querer, por gostar.
O que mais posso escrever?
Se tudo se resume em uma fantasias baseada em tristeza e solidão. 
Mas mesmo assim, gostaria de te dizer obrigada. 

Elizabete da Silva

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Emoção!!!

Há um tempinho que não venho aqui...aqui onde? No blog, ou dentro de mim?
Risos triste...
Pode-se dizer que nós dois.
Mas duas pessoas apertaram o gatilho das minhas emoções hoje.
Apesar que para ser sincera comigo mesma, estou com as emoções a flor da pele.
Muitos diriam que é normal! Que devido a pandemia, todos estão assim...e parará, pororô...
Mas não é verdade. Esta pessoa "vazia" que está escrevendo, não sou no normal.
A pandemia, pouco mudou minha realidade, meu cotidiano.
Os sofrimentos das pessoas sim, estes me golpeou de forma quase letal.
Principalmente os sofrimentos das pessoas próximas que eu amo.
A morte da filha da Vânia.
A deficiência do meu irmão, após uma crise. Que graças a Deus, foi dos males o menor.
A depressão e autodestruição dos meus irmãos mais velhos.
Mortes e mortes...
Acompanhantes as quais me apego, me largando sem aviso prévio.
Mas isto é de total culpa minha. Estão comigo, para ganhar o pão de cada dia, não para suprir a ausência da minha mãe.
Mas minha consciência não consegue fazer minha carência entender isso.
E para coroar, minha saúde física é "Maria vai com as outras" e segue a trilha das minhas emoções.
Suspiro...
O gatilho disparado por dois anjos, é este, FALAR O QUE ESTOU SENTINDO.
É uma mistura de sentimentos que variam no decorrer de cada dia meu.
Mas três predominam:
Gratidão!
Porque, despois de cada tempestade, aparece um raio de Sol.
Depois de cada lágrima, um motivo para sorrir, mesmo eu não o conseguindo fazer.
Com isso, vejo Deus cuidando carinhosamente de mim.
Ele coloca pessoas que me ajudam o tempo todo, suprindo cada necessidade material que eu venha a ter.
Mas não percebem que como doam é que faz o verdadeiro milagre na minha vida.
O carinho, atenção e preocupação para comigo, é que posso dizer com plena certeza, tem me mantido viva.
São a família que eu nunca tive. Tirando meus irmãos, claro. Mas estes precisam mais de mim...
Não vou citar nomes, pois temo esquecer alguém... Mas existe uma família, que só Deus mesmo para retribuir tudo que são para mim.

Solidão! É assim que me sinto. Em meio a tanto amor ágape e solidariedade, me sinto sozinha. Mesmo tendo também meus irmãos.

Tristeza!!! É o que me atormenta. Por ter consciência de ser grata, sabendo assim, que tenho muito, e mesmo assim deixar esta solidão me enfraquecer.
Entristece-me não me encontrar mais.
Que Deus me perdoe por isso!


terça-feira, 12 de maio de 2020

Por que?
Por que nunca dá certo?
Por que sempre aceito que me minimizem?
Por que ainda tento o impossível?
Tantos porquês!!!
Preciso eu me defender, me gostar, me aceitar e isto me bastar!!!
Suspiro...
Tudo passa, a dor ameniza... É só esperar!

15 de maio, de 2020.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

25/04/2020

Mas uma vez sozinha, em meio a muitos!
Onde estou? Quem sou? Para onde vou?
Hoje estas incertezas fazem parte da vida de muitos.
Uma pandemia precisou existir para que houve reencontros, arrependimentos e consciência da própria insignificância do próprio SER e EXISTIR.
O que eu possuo?
Dúvidas!
Solidão, que me é companheira de velhos tempos.
Tristeza...
Tenho também este instante de reflexão e desabafo.
Nem respirar eu sei mais!!!
Seria cômico, se não fosse trágico.
Lágrimas represadas me sufocam.
O que eu quero?
Um colo!
Não para enxugar lágrimas secas. Mas alguém que me diga, estou aqui por você! Para qualquer momento...

Volte a sonhar! Ou acorde deste pesadelo!

sábado, 18 de abril de 2020

... Hoje me perguntaram se tenho escrito no meu blog?
Aqui estou! Meu aniversário passou. Foi diferente este ano... é o que posso dizer dele. Mas agradeço a Deus por mais um ano de vida.
Tomei posse de um louvor que ouvi a pouco, e compartilho agora com vocês.

sábado, 11 de abril de 2020

13:59 hrs - 11/04/2020


Olá!
Não sei por quanto tempo eu irei escrever...
Sou uma metamorfose ambulante, como dia Raul Seixas.
Já tentei me expressar através de uma página de música, "Falando Por Mim".
Mas não sei... o fato talvez de eu falar sozinha...
O ser humano carece de ser ouvido e amado.
Ultimamente ando muito triste, irritada e sem paciência até comigo mesma.
Tudo isso afetou minha saúde física.
E por sugestão da minha psicóloga preciso voltar a escrever, para quem sabe assim entender o que se passa aqui dentro de mim.

Elizabete.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Memórias

Hoje navegando pelo blog de um amigo, reparei através de um comentário meu como somos movidos pelo nosso estado de espírito... Ou mente, como queira definir.
O comentário em questão no dia eu não via razão para viver. Hoje vejo somente que precisamos destas razões para viver.
O que são, onde estão? Isto cabe a nós descobrir.
O que dificulta nossa busca? Memórias!!!
Estas, que nos feriram. Que nos trazem saudades... Que nos acorrentam em um tempo que ficoou, não e', e jamais será...
Mas por que voltamos sempre para estas memórias? Medo de viver? De esquecer?
Tenho que abrir os olhos. Não tenho que me questionar de onde venho, e sim para onde vou...
Se eu não posso ser águia, que eu aceite minha condição de minhoca.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Tentando novamente

... Por onde começar?
Sempre tive um diário . Mas com o passar do tempo, com as feridas da vida fui perdendo o gosto de ler e escrever que possuía.
Mais uma das muitas e grandes perdas que tive ao longo do tempo.
Meus velhos diários eram escritos como cartas para Deus.
E este, para quem escrevo? Para mim? Para você? Quem sabe para Deus novamente?
Antes não me questionava. Hoje faço isto o tempo todo.
Pois a única certeza que tenho, e' que aquele vazio ainda existe. Está diferente. Mas ainda aqui...
Sempre este maldito vazio.